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Afinal o que é o stress | Elaine Curiacos | Palestrante

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Afinal o que é o stress?

stress"A maior revolução de nossos tempos é a descoberta de que, ao mudar as atitudes internas de suas mentes, os seres humanos podem transformar os aspectos externos de suas vidas." Willian Jones.

Vivemos momentos de mudanças profundas, em que nossas grandes tensões são muito diferentes das de outros tempos. Para o homem das cavernas, por exemplo, stress era se deparar com um animal feroz.

Quando isso acontecia, seus músculos se retesavam, o coração pulsava, a respiração acelerava e seu corpo todo se preparava para lutar ou fugir e, assim, salvar a própria vida. Ele corria, arremessava algo para cima do animal, lutava se fosse preciso, mas no fim sentia o corpo relaxando, a respiração e o batimento cardíaco voltando ao normal. Retornava então ao seu canto, para o descanso merecido. Toda a alteração fisiológica ocorrida em razão da luta ou da fuga se estabilizava, as taxas de hormônios se regularizavam e o homem preservava a saúde.

Já nos dias de hoje a diferença quanto ao tipo de stress é enorme! Imagine-se começando a sua jornada, muitas vezes atrasado(a) por não ter dormido bem, o corpo cansado logo de manhã. A correria para sair de casa, deixar os filhos na escola, pegar o ônibus que já passou ou o carro que está com problemas... Já no seu início, o dia é tumultuado, o tempo voa e você se estressa a todo momento.

Chega ao trabalho e, de cara, toma bronca do chefe por conta do atraso ou porque o seu relatório não ficou bom ou ainda porque devia ter sido encaminhado mais cedo. E quando você pensa em tirar umas férias ‑ depois de dois ou três anos sem saber o que é isso ‑ a empresa baixa a ordem: “Nada de férias nos próximos meses”. Aí você olha para a mesa de trabalho, vê montanhas de documentos, tem vontade de jogá-los para o alto e sair correndo. Mas, ao contrário, se encolhe na cadeira, com os músculos rijos, o estômago espumando, os dentes travados e a pressão arterial subindo. “Parado”, acumulando stress em cima de stress.

O pânico em tomar decisões, o tempo apertado da hora, o congestionamento no trânsito, os desafios diários, os relacionamentos, enfim, essas pequenas tensões do dia-a-dia são muito mais estressantes do que grandes tensões (entre elas, topar com um um animal feroz no meio de uma floresta). Isso porque sobretudo, na maioria das vezes (por exemplo, num engarrafamento), não dá para você sair correndo, nem partir para a luta.

Pesquisas realizadas nos últimos cinco anos pela Academia Americana de Médicos Familiares mostram que dois terços das consultas acontecem em conseqüência do stress. Os remédios mais vendidos são drogas para úlcera e para hipertensão arterial e tranqüilizantes do tipo Valium. Isso nos leva a concluir que a maneira como temos vivido, o estilo de vida adotado por nós, acaba sendo hoje em dia a principal causa do stress.

Para isso, muito contribui a mídia, particularmente a televisão, nos bombardeando o tempo todo com ameaças sobre o desemprego, o veneno embutido nos novos alimentos, os assaltos e assassinatos nas grandes cidades. Não há escapatória sequer para os prazeres mais primordiais. O psiquiatra George Serbon, da Universidade de Nova York, garante com base em pesquisas recentes que uma das maiores fontes de stress são as mudanças significativas nas atitudes da sociedade com relação ao sexo – entre elas, o acesso mais fácil às relações sexuais e os novos papéis sociais dos sexos. (A iniciativa da atividade sexual já não é mais exclusivamente masculina.)

Se antes o stress era uma calamidade eventual, agora ele aparece como uma situação psicológica crônica e inexorável, conforme atesta o dr. Paul Rosch, diretor do Instituto Norte-americano de Stress. Pode-se inclusive afirmar que bom número de pessoas procura o stress a todo momento. Elas preferem a excitação à tranqüilidade, vivem em pistas de alta velocidade, correndo sem controle, são pára-quedistas que abrem o pára-quedas no último instante. Em contrapartida, são empresários que só chegam ao aeroporto segundos antes de o avião partir. Isso tudo nos faz pensar no homem moderno como um viciado na adrenalina que o stress libera. Mas, como todo o vício, esse tem uma conseqüência ruim para o corpo, podendo se transformar em doença.

No entanto, vale a pena lembrar que, bem dosada, a adrenalina no organismo também pode fazer bem. Todos nós precisamos da excitação promovida pela adrenalina, mas para que ela seja positiva, deve ser produzida em doses moderadas. Ao receber uma notícia boa, muito boa, uma pessoa pode também acabar tendo uma parada cardíaca, se lhe falta o equilíbrio. Essas emoções positivas são essenciais à nossa vida, liberam adrenalina, mas, se permanecem desequilibradas, e por muito tempo, podem gerar stress.

O stress é o mal do século. É definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a “epidemia global” que atinge nove em cada dez habitantes do planeta. Ele vai chegando devagar e quando você se dá conta, pode já estar com problemas sérios de saúde, até mesmo em via de uma cirurgia. Isso sem falar nas crises nervosas, em que você se vê em situações limites envolvendo desafios inesperados ou grandes pressões. Em muitos casos, essas crises são passageiras; em outros, tornam-se uma constância, gerando mais stress.

Por outro lado, ser um homem ou uma mulher na sociedade implica controlar-se, ponderar e discutir com moderação, evitar brigas e agressões a todo o custo. Desde muito cedo, a ordem é reprimir nossa agressividade natural e usar a inteligência para defender nossos interesses. Isso cria pressões internas, que pesam ainda mais quando entram em contato com as pressões externas do cotidiano, causando também um desequilíbrio nos hormônios que levam ao stress.

Afinal será que estou sendo eu mesmo(a)?
Será que o stress não pode estar ligado a toda repressão de mim mesmo(a)???
Pense nisso e principalmente olhe para isso, pois o pior do stress é não perceber que está estressado e principalmente não olhar para a causa dele....
Lembre-se você é único(a) e precisa ser você mesmo(a), merece isso!!!!

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